3 Motivos para utilizar novas Ferramentas e Tecnologias em seu Hotel

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1 – O uso da Tecnologia é essencial para obter melhores resultados

Semelhante ao que acontece em diversas áreas do setor industrial, os meios de hospedagem vêm sendo influenciados pelo avanço das Tecnologias de Informação. A aceleração e a sinérgica interação entre tecnologia e turismo nos últimos tempos têm provocado mudanças estruturais no segmento. O significado de se alcançar um novo paradigma configurado em torno da informação universal, bem como o acesso à comunicação de modo onipresente, levou todo o trade a trabalhar focado em novos níveis de interatividade, impulsionando a gestão por meio de conexões em rede.

Como resultado prático, os estabelecimentos começaram a empregar as Tecnologias da Comunicação e da Informação com um nível de participação acelerado. A Tecnologia da Informação passou a integrar a operação de hotéis, a remodelar a função de marketing, melhorar a eficiência, fornecer ferramentas para a pesquisa de marketing, reforçar os serviços ao cliente, proporcionando oportunidades estratégicas.

Vale enfatizar que a hotelaria nacional atingiu o maior grau de desenvolvimento com a evolução das redes nacionais e com a entrada das cadeias internacionais no país, fatores importantes para a dinâmica econômica diante de um mercado mais competitivo, exigente, diversificado e mutante, com foco na qualidade. A partir de então, as formas distintas de consumo e o novo perfil dos investidores ampliaram a demanda por uma gestão profissional dos empreendimentos, surgindo a necessidade de empregar tecnologias na gestão hoteleira.

A ideia proposta pela QRTECH é criar processos mais eficazes que repensassem a forma de gerar e registrar o conhecimento, além de capacitar recursos humanos para acompanhar o cumprimento dos objetivos e a satisfação dos hóspedes, investidores e clientes, garantindo a qualidade dos serviços. Desse modo, os hotéis utilizam as ferramentas de inteligência para aprimorar as operações, administrar o cadastro e maximizar a lucratividade, por meio dos chamados de BI (Business Intelligence), bem como para auxiliar nas funções de distribuição e marketing. Embora os escritórios centrais de reservas tenham introduzido as reservas centralizadas na década de 1970, o acesso à informação exata, de modo rápido, eficiente e confiável, por exemplo, para fazer e confirmar reservas só foi possível com a expansão dos Sistemas de Reservas por Computador e de progressos recentes de automação tecnológica. Sendo assim, os hotéis foram forçados a integrar sistemas, de modo a expandir a distribuição, melhorar a eficiência, facilitar o controle, fortalecer o gerenciamento de ganhos, reduzir os custos de mão de obra e permitir um tempo de resposta rápida para atender as solicitações dos clientes e da administração.

Outro fator primordial nos dias atuais é a preocupação com a sustentabilidade do meio ambiente. Na gestão de hotéis, é imperativo considerar os avanços tecnológicos para implantar e gerir programas ambientais, uma vez que adotar este tipo de política é imprescindível para preservar o meio ambiente e garantir a credibilidade da imagem do estabelecimento. Portanto, as ferramentas de automação e de inteligência de negócio têm sido reconhecidas como forças promotoras de mudanças na indústria hoteleira.

2 – Você precisa estar atualizado com as novas tendências, pois o mercado está cada vez mais competitivo

A tendência, é que os novos desafios da hotelaria impactarão cada vez mais a comercialização e a definição das estratégias do setor, alargando os focos de interesse, tais como: a organização da própria distribuição das marcas online e como posicioná-las de forma eficaz, além de como aproveitar a relação marca-cliente desenvolvendo soluções competitivas de fidelização, Customer Relationship Management (CRM) e BI. Assim, prevalece certa dependência de TIs para que se tenha uma administração correta e com acesso a informações em tempo real, contribuindo para uma tomada de decisão mais fundamentada, ou seja, quem souber administrar esses meios adequadamente terá mais vantagens competitivas.

A partir dessas colocações, os hotéis não podem ignorar os benefícios potenciais ofertados pela tecnologia, de modo a buscarem soluções viáveis para garantir a sobrevivência nos negócios.
Atualmente, o gerente geral do moderno hotel é confrontado com uma variedade de desafios que exige um alto grau de profissionalismo, a fim de superá-los com sucesso. Nesse contexto, associações de gestão da indústria procuram dar apoio aos gestores ao longo de suas carreiras, com direcionamentos para o progresso profissional contínuo. Isso cria condições para que os gerentes no ramo de hospitalidade estejam bem preparados para atuar com sucesso nas áreas-chave em que os desenvolvimentos terão maior impacto sobre seus papéis, que são: ambiente, tecnologia, recursos humanos, operações e segurança.

Neste panorama em que a tomada de decisão tem que ser realizada com mais rapidez, as ferramentas de BI para hotelaria dão maior ênfase para que a demanda por informação seja crescente e intensa, o que exige a adoção de boas informações e boas estratégias. Com isso, os gerentes de hotéis perceberam que tanto a eficiência operacional quanto a qualidade de serviço melhoraram, além de terem os custos reduzidos.

O uso do BI torna os hotéis mais competitivos, sendo capazes de transformar a natureza dos produtos, processos, empresas, indústrias e competições na indústria da hospitalidade. E os gerentes esperam como resultados o aumento nas margens de lucro e um maior retorno financeiro. É importante considerar que esse retorno depende não só de uma gestão eficiente e da utilização dos mais recentes sistemas tecnológicos, mas do conhecimento para manipulá-los.

Assim, ferramentas de estratégia têm sido muito importantes por seu objetivo inerente de ajudar a classificar e estruturar informações e pensamentos relacionados a questões estratégicas. Além de auxiliarem a simplificar, sintetizar e diagnosticar grandes quantidades de informação, sendo conhecidas como “tecnologias de racionalidade”, uma vez que oferecem modelos estruturais, proporcionam espaços de coleta de dados, e estabelecem regras de decisão para a seleção entre as alternativas influenciando o estilo de pensamento de uma empresa que pode levar a paradigmas organizacionais sobre como a estratégia deve ser feita.

3 – Análises detalhadas e simplificadas, poupam seu tempo e aprimoram os resultados

Para os estudiosos da gestão, a capacidade de inovação decisiva para o desempenho econômico das empresas do setor de turismo, tendo três fatores determinantes para tal: o conhecimento, o que lhes permitir gerar de inovações e a assimilação de tecnologias do mercado e concorrentes.

O conhecimento é um crítico fator de inovação no turismo. Hotéis afiliados a grandes redes possuem mais recursos de conhecimento e capacidade de inovação, bem como melhores reputações e poder de mercado maior, o que os torna mais propensos à aplicação do conhecimento para as inovações organizacionais, porque o aprendizado pode ocorrer tanto no hotel quanto no nível corporativo da própria rede hoteleira, sendo estes um dos objetivos da QRTECH, que é mostrar que o BI é acessível aos hotéis de todos os portes, em que o uso de boas ferramentas e um maior nível de conhecimento sobre o negócio, podem trazer bons resultados aos meios de hospedagem de qualquer porte. Ao ponderar que existem muitas variedades de tipos de hotéis e categorias, fica nítida a diversidade referente aos níveis de necessidades a serem supridas com o suporte de tecnologia. Logo, o conhecimento sobre as variáveis que distinguem um estabelecimento hoteleiro pode contribuir para a definição das exigências tecnológicas.

Neste sentido, uma gestão estratégica do empreendimento apoiada no tratamento de dados e informações para gerar conhecimento, de modo a aprimorar a inteligência competitiva da organização, torna-se crucial para a permanência no mercado cada vez mais acirrado.

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* Este texto foi baseado na Dissertação de Conclusão de Curso intitulada: “Business Intelligence em redes hoteleiras no Brasil” com autoria de Mariana Consoni Rubio, USP / 2016

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